Teatros do Rio do Século XVIII ao Século XX – José Dias

José Dias:
Nasceu no Rio de Janeiro, ex-aluno do Colégio Pedro II – Internato.
Diretor de Arte, Cenógrafo, Mestre e Doutor pela ECA–USP. Professor Associado da UFRJ e Professor Titular da UNIRIO, onde foi Vice-Reitor (2000-2004).
Começou sua carreira no teatro em 1970, como assistente de Pernambuco Oliveira, desde então, já participou como Cenógrafo de mais de 410 espetáculos teatrais no Brasil e no Exterior. Em mais de 45 anos de carreira, já foi premiado e laureado 32 vezes, tendo 55 indicações.
Entre as principais, destacam-se: Molière, Mambembe, Shell, IBEU, Cultura Inglesa, Oscarito, Paschoalino e Cesgranrio.
Na televisão, já trabalhou na extinta TV Tupi (1972-1973) e na TV Globo
(1974-1989) onde foi responsável pela cenografia de diversas novelas, casos especiais e o seriado O Bem Amado, além de outros programas da emissora. No cinema foram mais de 25 filmes, entre longas, curtas e de publicidade.
Além do trabalho no teatro, tv e cinema, prestou assessoria técnica em projetos, reformas, construções e adaptações em de 100 teatros em todo o Brasil.
Autor dos livros: Odorico Paraguaçú – O Bem Amado de Dias Gomes, lançado em 2009 e Teatros do Rio do Século XVIII ao Século XX, lançado, em 2014.
Membro Titular de 10 associações e Sociedades, sendo eleito Membro da Academia Brasileira de Educação, ocupando a cadeira de número 16.

Descrição do livro:
A obra é um inventário comentado das salas de espetáculos do Estado do Rio de Janeiro – um panorama inédito do desenvolvimento da arquitetura cênica no Rio de Janeiro, que também registra história da atividade teatral. O trabalho traz análises de cada teatro; inclui estudos sobre os projetos e as condições de sua construção; e cita espetáculos, autores e artistas que marcaram época, de 1767 a 1999. O prefácio é de Barbara Heliodora.

Reconhecido diretor de arte, cenógrafo, professor e doutor em Artes, José Dias traça, na obra, um painel dos espaços culturais fluminenses e faz reflexões sobre sua transformação. A pesquisa não se limita à análise dos teatros da capital, mas também das salas do interior. “José Dias, nome reconhecido no meio teatral, produziu uma obra de muito valor, que, como ele mesmo diz, é como um estudo ‘arqueólogico’ do teatro”, afirma o Presidente da Funarte, Antonio Grassi. “O livro é fruto de uma difícil recuperação de dados sobre teatros do Rio de Janeiro, símbolos para a cultura brasileira, muitos deles já demolidos. O trabalho pode ser considerado referência para profissionais, pesquisadores e estudantes de arquitetura cênica e artes cênicas”, conclui Grassi.

Para baixar o livro:
https://www.funarte.gov.br/wp-content…

Convidados

Adriana Ortiz

Adriana Ortiz

Rio de Janeiro/
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Adriano ”Gaguinho” Vale

Adriano ”Gaguinho” Vale

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Aldo Bellingrodt

Aldo Bellingrodt

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Alessandra Domingues

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