Resumo:
Appia e a mudança de função da iluminação nessa virada do século XIX para o XX.
Cibele Forjaz
Diretora e iluminadora teatral. Bacharel em Artes Cênicas com habilitação em Direção Teatral (1985/89), Mestre (2008) e Doutora (2013) em Artes Cênicas, com pesquisa sobre História e Estética da Iluminação Cênica. Professora de iluminação e direção do Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, pesquisadora e orientadora no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas/ECA/USP.
Em 35 anos de profissão, participou de 3 coletivos de teatro: A Barca de Dionísos (1985-1991); Teatro Oficina Uzyna Uzona (1992-2002) e Cia.Livre, onde é diretora artística desde 1999.
Entre 1987 e 1998 trabalha como iluminadora com vários diretores: William Pereira, Marcio Aurélio, Mauro Rasi, Bia Lessa, Beatriz Azevedo, Beth Lopes, Antonio Araújo e Cristiane Paoli-Quito e José Celso Martinez Corrêa, entre muitos outros.
Em 1992 entra para a Cia Teatro Oficina Uzyna Uzona, onde faz a luz de Ham-Let (1993), Mistérios Gozozos (1995), Bacantes (1996); Pra Dar Um Fim no Juízo de Deus (1996); Ela! (1997); Cacilda! (1998) e Os Sertões: A Terra (2002) e O Homem 2 (2005), todas sob direção de Zé Celso Martinez Correa. Em 2001 participa da gravação em DVD do repertório dos anos 90 do Teatro Oficina.