Debate: Teatro digital?

DESIRÉE PESSOA:
​Além de diretora e fundadora do Grupo NEELIC, é coordenadora da Escola de Teatro do NEELIC, encenadora com título de Doutora em Artes Cênicas pela UNIRIO e Mestra em Artes Cênicas pela UFRGS. Também é professora licenciada em Teatro pela UFRGS.

Já dirigiu diversos espetáculos em Porto Alegre, desde 2007, sendo os mais destacados através de prêmios e contemplações via editais: Sem Açúcar, Primeiro Amor, Portas do Invisível, Hallucination: vida e obra de Virginia Woolf, Olhar de Frente, As Alegres Latinas de POA, Capital e MERDA!.

Como docente, ministra cursos e oficinas na Escola de Teatro do NEELIC desde 2003. Já ministrou aulas na UFPEL (Pelotas-RS), UFRGS (POA-RS) e Université Paris Nanterre (Paris-FR).

RENATA JESION:
Iniciou sua carreira em 1992 como atriz e assistente de direção no Centro de Pesquisa Teatral – Antunes Filho. Atuou nas peças Macbeth, Nova Velha Estória e Vereda da Salvação. Em 1999 passou a fazer parte da Cia de Opera Seca de Diretor Gerald Thomas – atuou em Nowhere Man, Os Reis do Iê, Iê, Iê e Cão Andaluz. A partir de 2000 passa a se dedicar a criação de seus próprios projetos. Mergulha na dramaturgia de algumas peças, uma dela chamada 121.023 J – Inspirado na história de seu pai, sobrevivente de 3 campos de concentração na era nazista. No cinema atuou em Olga, de Jayme Monjardim, em “Supernada”, de Rubens Rewald, na minissérie Destino São Paulo – O Noivo do Filho, Na série Crime Time e no longa “Encarceirados” de Fernando Grostein e Pedro Bial. Em 2018 Dirigiu o curta “A Caixa”, de Carlos Mani, vencedor dos prêmios Silver Award – Best Crime Short no IMDB Independent Shorts Awards 2018 e Melhor Direção no Festival de Cinema de Muriaé. Dirigiu ainda os curta metragens “Post it” e “Surpresa”. Atuou em “O Clube dos Anjos”, de Angelo Delfant, “Segundo Tempo”, do diretor Rubens Rewald, em “Ana”, de Manuela Berlanga, onde ganhou o prêmio de Melhor Atriz no 3o Festival de Cinema de Muriaé. Por fim, atou também em “Selvagem”, do diretor Diego Costa. Na TV participou da novela Belíssima, de Sílvio de Abreu, entre outros.

Em 2008 criou o www.teatroparaalguem.com.br, indicado ao Prêmio Shell 2009 e vencedor do Programa Petrobrás Cultural 2010. Foram mais de 80 produções realizadas dentro de sua própria casa e mais de 300 artistas participantes. O Teatro Para Alguém era visto por mais de 60 países.

GUILHERME CARVALHO:
Graduado Bacharel em Artes Cênicas e pós-graduado com Mestrado em Arte pela Universidade de Brasília – UnB. Realizou inúmeras montagens teatrais e circenses como diretor, ator, dramaturgo e produtor. Fundou o Portal Me Ver onde, desde 2008, desenvolve pesquisas sobre interação na transmissão de espetáculos e performances pela internet. Dentre as performances, espetáculos, festivais e mostras transmitidas por streaming, destacam-se o
projeto Me Vê no Circo com patrocínio do FAC-Fundo de Apoio a Cultura da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, os espetáculos Pitomba Online (UnB e SESC Fest Clown-DF), O Banquete (UnB) e Pipino Online (México, Brasília e SESC – Piauí). Deu aulas como professor de Arte e Tecnologia na Educação a Distância – EaD pela Universidade Aberta do Brasil – UAB na UnB. Em parceria com a Universidade do Estado do Amazonas – UEA, dirigiu a obra digital luso-brasileira “Roque Severino” com 19 atores em interação cênica num contexto pandêmico. Realiza oficinas e orienta grupos e artistas com criações cênicas em telepresença.

RUBENS VELLOSO:
A formação e carreira de Rubens Velloso têm sido marcadas pela busca e conquista de uma expressão muito pessoal que alia linguagens das artes tão diversas como as do cinema, vídeo, artes plásticas e, principalmente, teatro. É sócio fundador do Coletivo PHILA7 desde 2005 e, desde então participou na direção de diversos espetáculos como: Galileu Galilei de Brecht, espetáculo Play on Earth, que conectou três países online: Brasil, Inglaterra e Cingapura e a peça What’s Wrong with the World? em parceria com Julian Maynard-Smith (Inglaterra – Station House Opera), espetáculo que conectou ao vivo Londres e Rio de Janeiro. Em 2011 dirige Ocuppy all Streets e é responsável pela concepção e direção de 25 programas denominados: Uma aventura do conhecimento para o site Física Vivencial. Em 2013, participa da criação coletiva do Phila7 – Aparelhos de Superar Ausências. Em 2019, junto com Alvise Camozzi, fazem dois espetáculos: Venice Island Fasta Food no SESC Consolação e Enrolando um Beckett no Teatro Centro da Terra.

Também participou de vários encontros e palestras em Universidades e Centros de Cultura pelo Brasil.

Rubens Velloso, em 2020, foi um dos 15 artistas criadores escolhido para ser homenageado pelos 15 anos do Instituto Oi Futuro no Rio de Janeiro.

Teve vários textos publicados em revistas especializadas como Moringa – Artes do Espetáculo, Revista Antropositivo e no livro Efêmero Revisitado de Leonardo Foletto.

Convidados

Adriana Ortiz

Adriana Ortiz

Rio de Janeiro/
RJ
Adriano ”Gaguinho” Vale

Adriano ”Gaguinho” Vale

Belo Horizonte/
MG

Adriano Nunes

RN
Aldo Bellingrodt

Aldo Bellingrodt

Brasília/
DF
Alessandra Domingues

Alessandra Domingues

São Paulo/
SP
Alex Souza

Alex de Souza

SC
Alexandra de Melo

Alexandra de Melo

Florianópolis/
SC
Alexandre Colla

Alexandre Colla

Belo Horizonte/
MG