Fábio Retti, um dos principais iluminadores associados à ópera no Brasil, iniciou sua formação profissional em 1996 no Centro de Pesquisa Teatral sob orientação de Davi de Brito e no Teatro Alfa, ambos em São Paulo.
Fez sua estréia na cena operística em 2005 com Così fan tutte. Desde então concebeu a luz de mais de oitenta títulos do repertório operístico nos principais teatros e festivais da América Latina e Europa.
Em teatro destaca-se por trabalhos junto a nomes expressivos das artes cênicas, como Cacá Carvalho, Roberto Bacci, Tadashi Endo, Morena Nascimento, Raul Cortez, Thiago Lacerda, Giulia Gam, Débora Falabella, Maria Thaís, Eliane Giardine, entre outros.
Também recebeu diversos prêmios e nomeações, entre eles o prêmio Shel de Teatro e o Prêmio Carlos Gomes de ópera.
Como marionetista é fundador da Cia “PEQUENO TEATRO DO MUNDO” onde fez os espetáculos “Rossini por um fio”, “Grande Circo Grandevo” e as óperas “O Menino e os Sortilégios” e “Onheama”.
Tem formação de confecção e manipulação de bonecos de fio junto a Cia Pigmalião de Belo Horizonte e de escultura em madeira e autômato com o Grupo Sobrevento.
Sinopse
Dividida em três atos, esta é a segunda obra do ciclo O Anel dos Nibelungos, baseado em lendas nórdicas, e estreou em 1870. A saga sublime em quatro óperas, desenhada por Wagner, com seus heróis em fúria, sua profundidade musical, dramática e psicológica, que começa com O Ouro do Reno, com um anel mágico sendo forjado, tem aqui o segundo momento. Por um lado se narra a história de Siegmund e Sieglinde e, por outro, a de Wotan e sua filha, a valquíria Brunhilde.
Ficha técnicas:
Ópera de Richard Wagner, 1856
Ano: 2011
Local: Theatro Municipal de São Paulo
Regência: Luiz Fernando Malheiro
Direção: André Heller Lopes
Cenografia: Renato Theobaldo e André Heller
Figurino: Marcelo Marques
Iluminação: Fábio Retti
Remontagem: Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 2013