Isac Bento é artista não-binárie, designer de figurino, diretor de arte e stylist, nascido em uma comunidade ribeirinha no Ceará. Graduado em Design de Moda pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e pós-graduando em Figurino e Moda pelo Instituto Federal de Goiás (IFG), construiu sua trajetória artística a partir do teatro de rua, acumulando mais de 11 anos de atuação nas artes cênicas, dança, audiovisual, performance e shows musicais. Sua pesquisa e prática investigam o traje de cena como documento histórico e dispositivo de criação de personagens articulado à teoria do campo do design metaprojetual e a teoria de corpomídia, com centralidade em abordagens sustentáveis, poéticas glocais e no questionamento do binarismo de gênero.
Ao longo de sua carreira no audiovisual e nas artes da cena, assinou figurinos e direção de arte para obras premiadas nacional e internacionalmente. No cinema, destaca-se por seus trabalhos em Inferninho (2018), Santa Porque Avalanche (2016), A Fera do Mangue (2020/2025), Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha (2025) e na série Alucinação (2026), além de integrar equipes de produção e assistência em produções renomadas como Greta, Cabeça de Nêgo e Feito Pipa ( representante do Brasil no oscar 2026). No teatro e na dança, atuou na concepção de figurinos para espetáculos emblemáticos como E.L.A. (Jéssica Teixeira), Paraíso (Teatro Máquina), Esconderijos de Gigantes (Inquieta Cia de Teatro) e parcerias com o Porto Iracema das Artes.
Paralelamente, desenvolve projetos de performance e novas mídias, como as séries performáticas BICHXS e a exposição Bichxs Metazoo!, além de manter expressiva atuação na docência e na gestão de projetos socioculturais. Ministrou oficinas, módulos e cursos de formação em instituições de referência, como a Escola Porto Iracema das Artes, Vila das Artes, CCBJ e a própria UFC, abordando temas que articulam figurino, sustentabilidade, audiovisual e discussões sobre moda e gênero.
Release:
Essa parte das coisas, indissociavelmente exposta em 2021 por Jessica Teixeira, a qual, em sua coluna nomeada Almanaque dos ossos, entendeu que, quando Arquimedes corria e gritava nu na sua sala arredondada a palavra EUREKA, produzia algo equivalente a um buraco nos pulmões, um perigo no presente ou um surto na certeza. Essa visão das coisas, possivelmente não é partilhada por todas as pessoas do planeta. Enfim.
Ficha Técnica:
Direção: Andréia Pires
Roteiro: Andréia Pires e Jéssica Teixeira
Edição: Pedro Henrique
Produção Executiva: Jéssica Teixeira e Pedro Leão
Assistência de Produção: Aristides de Oliveira
Direção de fotografia: Luis Ramon
Câmeras: Lua Alencar Luis Ramon
Trilha Original: Pedro Madeira
Captação e Edição de som: Pedro Henrique
Mixagem: Marcus Au Coelho
Iluminação: Jéssica Teixeira
Design de Figurino: Isac Bento
Assistência de Figurino: Jean Jirau
Contrarregragem: Aristides de Oliveira e Jupyra Carvalho
Cor: Pedro Dulci
Audiodescrição narrativa: Andréia Pires, Jéssica Teixeira, Jupyra Carvalho
Consultoria em Acessibilidade Cultural: Gislana Vale
Acessibilidade em LIBRAS: IncluAção Consultoria, Cássio Hebert e José Cavalcante
Legenda: Lua Alencar
Legenda em inglês: João Paulo Lima e Roberto Tabosa
Fotos de divulgação: Lua Alencar
Projeto Gráfico: Bianca Benedicto
Assessoria de Comunicação: Aécio Santiago e Joanice Sampaio
Mídias Sociais: Jéssica Teixeira
Preparação Vocal para Canto: Antônio Souza
Violinos: Paulinho Lima e Gabriel Padron
Viola: Relmerson Lima
Cello: Rondinely Bezerra
Técnicos Cineteatro São Luiz: Fernando Silva, Fernandes Frota, Luiz Biano, Dedé e Zulu
Links para acessar o trabalho “Um estudo sobre o desenvolvimento de figurino pela óptica do metaprojeto”
https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/60762
https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/60762/3/2020_tcc_jinobresobrinho.pdf