Férias – O trabalho de Cenografia na cidade de São Paulo

Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Queremos conhecer sobre as diversas realidades existentes no país. Para isso, chamaremos alguns convidados e convidadas da cidade de São Paulo para compor essa “mesa” de diálogos.

André Cortez é formado em arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Nesse período também frequentou ateliês e cursos de Artes Plásticas. Após ter participado de um curso de cenografia do FIT (Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua) e de realizar seus primeiros trabalhos em Belo Horizonte, se mudou para São Paulo na intenção de seguir na sua formação no curso de cenografia do CPT (Centro de Pesquisa Teatral). Atualmente trabalha com grandes diretores brasileiros, tendo recebido importantes prêmios nacionais pela categoria “Melhor Cenário”.

Carol Buček é uma profissional brasileira do setor cultural, formada em Design Industrial pela UEMG, com mais de 28 anos de experiência em cenografia, produção executiva e produção de cenários. Ao longo de sua trajetória, atuou em projetos de grande relevância, colaborando com festivais de teatro, espetáculos nacionais e internacionais, óperas, exposições, mostras, shows musicais, desfiles de moda, campanhas publicitárias e eventos institucionais.

 Julio Dojcsar Cenógrafo e grafiteiro. Desenvolve seu trabalho com base em intervenções urbanas e seus desdobramentos em outras mídias (teatro, moda, vídeo e instalações). Tem como característica o trabalho em coletivos de arte.  Com base na articulação social, desenvolve conjuntamente com as comunidades do território de atuação estratégias entre os artistas e profissionais envolvidos. Pesquisador da utilização de espaços alternativos como provocação dramatúrgica e performatividade dos corpos. Artista participante da 35º Bienal de São Paulo, com a instalação Inteligência Ancestral. No Teatro é integrante do movimento do teatro de grupos da cidade de São Paulo. Parceiro do Coletivo Negro de Teatro, Coletivo Comum, A Próxima Companhia, Cia. Treme Terra de Dança, Bendita Trupe de Teatro, Cia. Elevador Panorâmico de Teatro, Núcleo Barro3, entre outros.

Osvaldo Miguel Gabrieli Estudou em duas escolas de Belas Artes na cidade de Buenos Aires.
Estudou Direção Teatral com Ariel Bufano participando também como ator da companhia no Teatro Municipal Gral. San Martin de Buenos Aires. Em 1980, viaja ao Brasil, radicando-se na cidade de São Paulo. De 1980 a 1984, trabalha como ator do grupo Vento Forte, dirigido por Ilo Krugli. Em 1984, funda e passa a dirigir, desde então, o grupo XPTO realizando 28 montagens e recebendo 22 dos mais importantes prêmios da categoria. Em 1993, estuda Direção Teatral com a diretora Romena Margareta Niculescu. Entre 2003 e 2007, realiza a Direção de Arte do espetáculo Os Sertões (O Homem 2 parte e A Luta parte 1 e 2) Teatro Oficina Dir. Zé Celso Martinez Correa.

Renato Bolelli Rebouças Diretor de arte, cenógrafo, arquiteto, professor e pesquisador do Centro de Artes Cênicas da USP. Pesquisador no depto. de Performance Studies da Universidade de Nova Iorque e artista residente do Instituto Hemisférico de Performance e Política (2018-2019). Atua em teatro, ópera, dança, performance, artes visuais e exposições junto a diferentes artistas, cias. e instituições no Brasil e na Inglaterra, desenvolvendo projetos a partir de espaços abandonados e do reuso de materiais descartados. É integrante da ABRACE, OISTAT e da plataforma teiabr. É co-coordenador do núcleo de Cenografia do IFTR (International Federation for Theatre Research) e co-curador da edição de 2027 da Quadrienal de Praga do Design da Cena e da Performance.

Convidados

André Cortez

André Cortez

São Paulo/
SP
Carol Buček

Carol Buček

São Paulo/
SP
Julio Dojcsar

Julio Dojcsar

São Paulo/
SP
Osvaldo Miguel Gabrieli

Osvaldo Miguel Grabrieli

São Paulo/
SP
Renato Bolelli Rebouças

Renato Bolelli Rebouças

São Paulo/
SP