Morrison Deolli é um iluminador cênico mineiro que começou sua carreira profissional em iluminação no ano de 2001. Além de atuar como iluminador nos grupos de teatro e dança em Ipatinga, buscou conhecimento no Galpão Cine Horto e no Grupo Galpão em BH em 2002. Em 2005 iniciou o Seminaluz, um projeto de formação e desenvolvimento em iluminação cênica, que mais tarde incluiu a área de áudio profissional e viabilizou bolsas de estudo em iluminação, intercâmbios, seminários nacionais e publicação de livros de iluminação. Como agente cultural integrou a COPEFIC-LEIC-MG (Comissão Paritária de Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura) de junho de 2017 a outubro de 2019. Em julho de 2017 recebeu o Prêmio Gente do Céu- Homenagem a Ricardo Maia, como Destaque ILUMINADOR, nos últimos 20 anos no Vale do Aço-MG. Em 2018 recebeu a Homenagem Comenda Mérito Artístico Sated 2018 em Belo Horizonte pelos trabalhos realizados como Iluminador e fomentador com o projeto Seminaluz. Como iluminador, Morrison Deolli, desenvolve vários projetos para grupos de teatro, dança e shows musicais, além do projeto da Cantata de Natal da Fundação Aperam em Timóteo há 10 anos. Como pesquisador está sempre buscando formas de criação em união com a arte, tecnologia e a viabilidade de execução. Atualmente é sócio proprietário da empresa Cenika eventos em Ipatinga-MG onde presta serviços para eventos culturais e corporativos há 11 anos.
@casaldeolli | @seminaluz
Release:
“COISA É TUDO”
O espetáculo, que tem direção do artista belo-horizontino Tuca Pinheiro se apresentou no SESC Santo amaro em São Paulo, em Ilhéus e Itacaré na Bahia. É resultado de um compartilhamento do coletivo Hibridus e extensão do projeto “ENARTICinho”, ambos com o patrocínio da Usiminas através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.
Coisa é tudo o que existe ou que pode ter existência (real, abstrata, imaginária). Algo que ainda não se sabe o nome específico. E se ainda não tem um nome, pode ser nomeado, pode existir. Tudo é a maior quantidade possível de coisas. E se essas coisas ainda não existem; podem ser inventadas, podem ser dançadas! Podem voar e conviver sem pré-conceitos e sem preconceitos! É uma construção e visão de mundo onde todas as coisas ainda são possíveis (ou assim deveriam ser!)! Tudo é o possível! Tudo é a soma das experiências humanas “brincadas”, sem comparativos, durante a infância. Muito mais que um projeto coreográfico é um “projeto de conversas” com o público infantil. Conversas que acontecem no corpo e através do corpo, partindo das experiências subjetivas dos intérpretes/criadores do grupo e estabelece um vínculo com o público infantil e a respectiva conexão com a família, com o outro, com as coisas e o tempo das coisas, abordando questões que dialogam com a contemporaneidade: memória, empoderamento, diversidade, tolerância e aceitação com as diferenças, resistência.
FICHA TÉCNICA
Artistas da dança: Luciano Botelho, Fran Silvestre e Wenderson Godoi
Direção: Tuca Pinheiro
Assistência coreográfica: Patrícia Abreu (Lindinha)
Iluminação: Morrison Deolli
Sonoplastia: Léo Coessens
Cenografia e adereços: Hibridus Dança/Maria Cloenes
Figurinos: Vanuza Bárbara
Produção: Wenderson Godoi
Coordenação de Comunicação: Luciano Botelho
Registro fotográfico: Henrique Godoi e Nilmar Lage
Registro Audiovisual: Charles Santana
“RE-FORMA”
No espetáculo “Solos Hibridus” a apresentação é dividida em quatro partes. Nelas, cada integrante da formação atual fala de algum aspecto pessoal de suas vidas, juntamente a um convidado. Uma das fases é “Prumo”. O solo será apresentado por Wenderson Godoi e conta com a parceria do performer em artes plásticas Marcelo Evelin (PI). “O nome sugere: é uma busca por equilíbrio”, diz um dos integrantes Luciano Botelho. Outra parte é “Submersa”, de Maria Cloenes com Marcos Nauer (RJ). O solo fala da memória da artista, nascida em uma família composta por maioria feminina. “Ela lembra das enchentes que a família viveu”, relata Luciano, sobre a intenção da colega. Outro solo, de nome enigmático, é “V de Tela”, com Rosângela Sulidade e Dudude Herrmann (BH). Rosângela se considerava uma mulher tímida, mostra como a arte a transformou. Por fim, “Re-Forma”, com Luciano e Marco Paulo Rolla (BH), questiona a ditadura da estética no mundo.