Thálita Motta é mineira, encenadora, diretora de arte e desenvolve sua pesquisa de pós-doutorado na ECA/USP. Doutora e mestre em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais. Foi professora das disciplinas de Atuação/Montagem, Caracterização Cênica, Cenografia e Figurino do curso em Teatro e Visualidades da Cena do CEFART (Palácio das Artes/FCS), onde atuou também no desenvolvimento das montagens dos espetáculos de formação entre teatro e audiovisual (2015-2023). Em 2017 fez a Coordenação Pedagógica dos Núcleos de Pesquisa do Galpão Cine Horto e coordenou o Núcleo de Pesquisa em Cenografia e Figurino. Foi professora dos cursos de Licenciatura e Bacharelado na Universidade Federal de Ouro Preto (2016-2018). Em 2019 atuou como Coordenadora do Módulo Tecnologias da Cena do CEFART/Fundação Clóvis Salgado. Foi professora do curso técnico em atuação do Teatro Universitário da UFMG entre 2021 e 2023. Colabora no Coletivo Mulheres Encenadoras, no Grupo de Pesquisa CRIA (CNPq/UFMG), LEVE (CNPq/UFMG) e como Editora da Revista SUBTEXTO do Galpão Cine Horto em Belo Horizonte. Atua enquanto diretora desde 2010, e desenvolve pesquisas e práticas entre as linguagens do audiovisual, da performance e do teatro, tais como as obras: Óva (2019), Woyzeck 3g (CEFART/2020), Quem vai olhar as crianças? (2020) Aliç n’país d’jogo d’bich (CEFART/2021). Baile (FUNARTE/2022), Comic Sanz Brasil (FUNARTE/2022), Macbeth 22 (FUNARTE/2023), NOVO HOTEL PARAÍSO (Chico Nunes/2024). Executou a pesquisa para a obra Confessionários de Carla Camurati e vem atuando como preparadora de elenco para cinema em longa metragens, como Bate e Volta Copacabana de Juliana Antunes, A terra Gasta de João Dumans e A curva diante do Rio (Baraúna Filmes)